🎤 Erick Kahê – A Voz Que Ecoa Emoções, Histórias e Transformações

Num mundo onde a música se torna cada vez mais comercial, encontrar um artista que transforma notas em sentimentos verdadeiros é como descobrir um diamante bruto lapidado pela própria vida.

Esse é Erick Kahê – músico, compositor, escritor e educador – um nome que vem ganhando espaço e corações por onde passa. Nascido em 1990, Kahê não é apenas um artista. É um contador de histórias com acordes. Com 17 anos de envolvimento na música e quase uma década de estrada profissional, ele já conquistou públicos em bares, restaurantes e eventos por todo o Distrito Federal, Goiás e além.

Carrega no peito 15 músicas autorais, mais de 400 covers no repertório e um talento que vai do pop-rock ao reggae, do sertanejo à música internacional – sempre com um toque pessoal.Além dos palcos, Erick é também um formador de artistas. Idealizou e dirige o projeto Som & Arte, que virou uma verdadeira escola musical transformando vidas. Com mais de 300 alunos formados, seu legado ultrapassa o microfone e ecoa nos sonhos que ajudou a moldar.

Com dois álbuns autorais em andamento – Imortal e Minha Luz – e clipes em fase de produção, Kahê mostra que talento, propósito e trabalho andam juntos. Sua missão? Levar alegria, formar artistas, unir estilos e transformar a música em ponte para a educação e cultura.

🎙️ Entrevista com Erick Kahê: Entre Canção, Sonho e Missão

Ada Miniane: Erick, que honra ter você com a gente! Para começar… quem é Erick Kahê por trás do violão?

Erick Kahê: Primeiramente, muito obrigado! Eu sou um apaixonado pela música e pela transformação que ela pode causar. Sou um cara simples, que acredita na força do coletivo, que gosta de ver a arte como ferramenta de cura, alegria e consciência. Minha história é feita de encontros, notas musicais e muito amor pelo que faço.

Ada Miniane: E como foi esse encontro com a música?

Erick Kahê: Foi natural. Desde pequeno eu já demonstrava felicidade ao cantar. Aos 15 aprendi a tocar violão e dali em diante nunca mais parei. A música sempre foi meu refúgio e, depois, meu caminho.

Ada Miniane: O que move você a continuar?

Erick Kahê: Ver o brilho nos olhos de alguém ouvindo uma música minha. Ver um aluno tocar pela primeira vez. Sentir que minha arte faz sentido. Isso não tem preço.

Ada Miniane: Fale um pouco do projeto Som & Arte. Como nasceu?

Erick Kahê: Começou com aulas em escolas e cresceu até virar uma empresa com espaço próprio. Já passaram mais de 300 alunos por lá. Hoje, meu sonho é transformar em um instituto, expandir ainda mais o acesso à música para crianças e jovens.

Ada Miniane: E as composições? Qual é a sua preferida?

Erick Kahê: “Se você chegar” tem um lugar especial. Mas todas têm um pedaço da minha alma. “I.N.U.M.D.A”, por exemplo, é um tributo aos Mamonas Assassinas e carrega muita memória afetiva.

Ada Miniane: Você também é escritor. Como a escrita entra na sua arte?

Erick Kahê: A escrita me ajuda a organizar os sentimentos. Meu livro é como um espelho da caminhada. Letras de música e textos caminham lado a lado comigo.

Ada Miniane: Qual o seu maior sonho como artista?

Erick Kahê: Cantar nos melhores palcos de Brasília e do Brasil, lançar videoclipes profissionais de todas as minhas músicas e ver o Som & Arte como um verdadeiro instituto de cultura e educação musical.

Ada Miniane: Qual mensagem você deixaria para quem está começando?

Erick Kahê: Acredite na sua verdade. A arte é um caminho que exige coragem, entrega e constância. Mas vale cada segundo.Ada Miniane: Erick, obrigado por compartilhar sua história. Que sua música siga tocando almas e abrindo caminhos!

🎯 10 Perguntas para Conhecer Mais Sobre Erick Kahê:

1. Qual foi o momento decisivo em que você percebeu: “É isso, a música é minha vida”? Quando comecei a cantar em lugares incríveis, participar de eventos grandes e comecei a ter o repertório, a voz e a presença de palco elogiada constantemente, em vários shows seguidos.

2. Você tem uma música que considera um espelho da sua trajetória? Lugar ao sol, do Charlie Brown Jr. Perdi as contas de quantas vezes me emocionei cantando ela. A letra me inspira e me faz lembrar os dias de luta.

3. Como nasceu a ideia de transformar aulas de violão em um projeto tão grandioso como o Som & Arte? Tudo começou com esse projeto. Mais de 300 alunos passaram por ele, formei artistas, fiz amigos e iniciei minha trajetória na música ao vivo através do projeto. A ideia nasceu com um sonho de levar a musicalidade para a juventude da cidade.

4. Se pudesse cantar ao lado de qualquer artista, vivo ou não, quem seria e por quê? Chris Cornell, vocalista do audioslave. Minha referência maior de artista, voz, banda e postura em palco.

5. Você mistura muitos estilos. Como é esse processo criativo de transitar por tantas sonoridades? Acho que me inspiro no cazuza, com a transição de puro rock do Barão Vermelho, com a saída para inovar em outros estilos consagrados. E ao que a história conta, deu super certo. “O poeta está vivo, com seus moinhos de vento, a impulsionar a grande roda da história”.

6. Que lições a estrada musical te ensinou que você leva para a vida? Altos, baixos, luta, glória… Esforço, talento e dom. O maior poder está dentro da nossa cabeça.

7. Existe alguma história marcante de aluno ou fã que te emocionou profundamente? Eu tinha 2 alunas de violão deficientes visuais. Eu aprendi muito com elas, sorri, me orgulhei da evolução. Hoje em dia, as vejo de vez em quando pela rua, e um contato mínimo pelas redes. Mais essas guerreiras mudaram minha forma de ver a música e minha história.

8. O que você acha que falta no cenário musical do Brasil e o que você está fazendo para mudar isso? Eu gostaria de mais leis e normas para minha classe, “músico da noite”. É muito difícil em nosso país viver apenas disso. E mais difícil ainda, em todos os sentidos, para quem está começando. Eu pretendo alcançar influência suficiente para melhorar e mudar esse assunto em particular.

9. Como concilia o artista, o professor, o empresário e o ser humano por trás disso tudo? Confesso que essa parte é a mais difícil, as vezes o artista e o lado pessoal conflitam MUITO, as famosas batalhas internas. Sei que para todos nós é difícil, porém ainda estou nessa batalha até hoje tentando equilibrar as coisas. No momento certo as coisas boas vem. “Temos nosso próprio tempo”.

10. Se pudesse deixar uma frase para o mundo ouvir todos os dias, qual seria? Minha oração pessoal, autoral: “SENHOR, USA-ME COMO INSTRUMENTO DE VOSSA GRAÇA PARA TORNAR ESSE MUNDO UM LUGAR MELHOR.”

https://www.instagram.com/erickcantordf?igsh=MTZra2xqbm9ieHVkeQ==

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Somos uma organização da sociedade civil e um coletivo de artistas e fazedores de cultura, unidos para colaborar, debater e construir políticas públicas que fortaleçam o setor cultural.

˜UCP Arte da cabeça aos pés.˜